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Por Redação Portal Sioli2 min de leitura

Empresária morre após cirurgia plástica na Bahia; médico já havia sido alvo de denúncias

Pacientes de diferentes cidades baianas relataram complicações e deformidades após procedimentos realizados pelo cirurgião; circunstâncias da morte da empresária são investigadas A morte da empresária Adriele da Silva Pinto, de 31 anos, após a realização de procedimentos estéticos em Ilhéus, no sul da Bahia, ganhou novos contornos depois que vieram à tona denúncias anteriores envolvendo […]

Empresária morre após cirurgia plástica na Bahia; médico já havia sido alvo de denúncias

Pacientes de diferentes cidades baianas relataram complicações e deformidades após procedimentos realizados pelo cirurgião; circunstâncias da morte da empresária são investigadas

A morte da empresária Adriele da Silva Pinto, de 31 anos, após a realização de procedimentos estéticos em Ilhéus, no sul da Bahia, ganhou novos contornos depois que vieram à tona denúncias anteriores envolvendo o cirurgião plástico responsável pelo procedimento.

Segundo reportagem publicada pelo g1 Bahia, o médico Rossini Tebaldi Ruback já havia sido alvo de denúncias divulgadas em 2023. Pacientes de quatro cidades baianas relataram complicações no pós-operatório e deformidades que teriam surgido após procedimentos realizados pelo profissional.

Adriele morava nos Estados Unidos e estava na Bahia quando se submeteu aos procedimentos estéticos. Entre as intervenções realizadas estavam mastopexia com prótese, lipoescultura, remodelamento costal e aplicação de jato de plasma.

Após a cirurgia, a empresária apresentou uma grave intercorrência e morreu. As circunstâncias e a causa da morte são investigadas pelas autoridades.

Denúncias anteriores

Os relatos envolvendo o cirurgião ganharam repercussão ainda em 2023. Pacientes de diferentes regiões da Bahia procuraram veículos de comunicação para relatar problemas que, segundo elas, teriam ocorrido após cirurgias realizadas pelo médico.

As denúncias incluíam relatos de complicações pós-operatórias e resultados considerados insatisfatórios pelas pacientes.

A existência dessas denúncias anteriores, entretanto, não estabelece relação direta com a morte de Adriele nem comprova eventual erro médico no procedimento atual, cuja apuração depende das investigações e análises técnicas.

Centro cirúrgico foi interditado

Após a morte da empresária, o centro cirúrgico do Hospital Vida Memorial, onde o procedimento foi realizado, foi interditado. O caso também passou a ser investigado pela Polícia Civil.

A apuração deverá esclarecer o que aconteceu durante e após os procedimentos e determinar as circunstâncias que levaram à morte da paciente.

Defesa do médico

A defesa do cirurgião afirma que os procedimentos foram realizados em ambiente hospitalar e com acompanhamento de anestesiologista.

Ainda segundo a versão apresentada pela defesa, a cirurgia teria transcorrido normalmente até que, na fase final, Adriele apresentou uma alteração grave e repentina. A defesa apontou sinais compatíveis com um quadro de hipertermia maligna e afirmou que medidas emergenciais foram adotadas.

O caso segue sob investigação.

A morte de Adriele provocou repercussão na Bahia e reacendeu a discussão sobre segurança, acompanhamento médico e estrutura utilizada na realização de procedimentos estéticos.

Fonte: g1 Bahia e informações divulgadas sobre o caso.

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